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Advogada e professora Franciany de Paula.

Professora destaca presença feminina na OAB com chapa “Advocacia em 1º Lugar”

O incentivo à inclusão e participação da mulher advogada ainda além dos limites definidos pelo Conselho Federal da OAB em todas as áreas institucionais, como Diretoria, Conselho Federal, CAARO, Conselho Seccional e Comissões, é, na visão da advogada e professora Franciany de Paula Dandolini, um dos pontos fortes das propostas de Elton Assis para a atuação da OAB Rondônia em 2019. A advogada destaca também, no plano de ação da chapa “Advocacia em 1º Lugar”, que integra como postulante ao Conselho Federal, a prioridade no tratamento à defesa das prerrogativas, que considera fundamental nesse momento conturbado da vida nacional. no qual não poucas autoridades do judiciário optam por soluções fáceis, como associar a defesa aos crimes de que são acusados os clientes que representam.

Elton Assis é o presidente da chapa “Advocacia em 1º Lugar.

Formada pelo UniCeub, no Distrito Federal, Franciany de Paula é especialista em Direito Processual Civil e Direito Tributário, pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Ela é filha de Arquilau de Paula, reverenciado fundador da OAB Rondônia e seu presidente no triênio 1979/1981. Outros nomes indicados na chapa “Advocacia em 1º Lugar, liderada pelo conselheiro federal e ouvidos nacional da Ordem, Elton Assis, são Andrey Cavalcante, atual presidente, Alex Sarkis, Juacy Loura, Veralice Veris e Jeverson Leandro da Costa. Também integram a chapa Solange Aparecida, como vice presidente, Márcio Nogueira – secretário geral, Aline Silva – secretária geral adjunta e Fernando Maia – tesoureiro.

O tratamento à mulher advogada proposto pela chapa prevê a adoção de ações afirmativas que incentivem a participação da Advogada na OAB, com fortalecimento do debate e da busca pela igualdade material e de oportunidades entre homens e mulheres. Além disso, a nova direção da OAB/RO vai capitanear discussões interinstitucionais relacionadas conscientização e respeito às mulheres que atuam na área jurídica. Isso significa exigir, dos demais atores da relação jurisdicional, medidas positivas que assegurem o livre exercício profissional da gestante e mãe advogada, assegurando-lhe um ambiente de trabalho digno, humanizado e respeitoso.

Fonte: Carlos Henriuqes Angelo

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