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Caso Universitária Natália (foto: Arquivo Pessoal)

VÍDEO: câmeras de segurança flagram momento em que Natália Costa se afoga

A imagem mostra a universitária chegando ao espelho d’água acompanhada do morador da Asa Norte, de 19 anos. Depois, só o jovem sai da água

O vídeo das câmeras de segurança do Grupamento dos Fuzileiros Navais registra os últimos minutos de vida de Natália Ribeiro dos Santos Costa, 19 anos. A imagem mostra a universitária chegando ao espelho d’água acompanhada do morador da Asa Norte, de 19 anos. Depois, só o jovem sai da água. A mulher morreu afogada no fim da tarde de 31 de março e o corpo dela foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros às 14h33 de 1º de abril.
A filmagem inicia com Natália e o colega descendo o barranco do Clube Almirante Alexandrino (Caalex) até o Lago Paranoá, às 18h16. Ainda está claro quando os dois chegaram até a margem da água, onde parecem discutir.
Como o Correio havia noticiado anteriormente, há poucos metros de distância tinha uma lancha e um barco médio do Grupamento de Fuzileiros Navais.
Conforme o laudo cadavérico do Instituto de Medicina Legal (IML), Natália morreu vítima de afogamento. Todas as marcas no corpo dela ocorreram após a morte, durante o tempo em que ela ficou imersa no Lago Paranoá.

(foto: Barbara Cabral/CB/D.A Press )

O resultado do exame toxicológico da universitária também indica que ela consumiu entorpecentes. Contudo, peritos não puderam precisar se a mulher consumiu as drogas na festa ou em data anterior. Quase 24 horas após o corpo ser encontrado, ainda havia 0,7 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. As substâncias encontradas foram cocaína, metanfetamina e anfetamina.
Manifestação pela investigação
Nesta quarta-feira (24/4), quando Natália completaria 20 anos, a família e amigos dela vão realizar uma manifestação em frente à 5ª Delegacia de Polícia (Área Central). A unidade é a responsável por investigar as circunstâncias acerca do afogamento da jovem.
A movimentação está marcada para as 12h, em frente à entrada da delegacia. Os manifestantes cobram explicações “das muitas perguntas sem respostas que ainda temos”, indica o texto.
Na segunda-feira (22/4), a advogada de defesa da família, Juliana Porcaro, afirmou que vai procurar o Ministério Público para que seja realizada uma investigação independente da Polícia Civil, com a reconstituição do suposto crime.

Fonte: CB/Sarah Peres – Especial para o Correio

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